terça-feira, 2 de junho de 2020

Tempos intranquilos , insuportáveis


ODISSEIA SENTIMENTAL

TEMPOS INTRANQUILOS, INSUPORTÁVEIS

02/06/2020
Barco a vela Papel de Parede HD | Plano de Fundo | 2560x1920 | ID ...Sexta-feira, 22 de maio de 2020 foi um dia em que as repercussões da divulgação de um vídeo de uma aglomeração de funcionários públicos, apelidada de reunião ministerial, de baixíssimo nível, me atingiram bastante, causando-me uma intranquilidade imensa quanto às consequências políticas, sociais e também econômicas. Naqueles momentos reportei-me às angústias que vivi em 1968, quando ainda estava na faculdade. Foi muita baixaria naquela reunião, em nível incompatível com a posição dos seus participantes, quando a democracia foi atacada em vários momentos, com ameaças diretas a governadores e prefeitos (ameaçados de prisão pela ministra da cidadania) aos ministros do Supremo Tribunal Federal, a quem o ministro da educação chamou de “vagabundos”, e ao poder legislativo que o ministro do meio ambiente sugeriu que se aproveitasse o momento dessa pandemia para tentar fazer aprovar projetos de interesse do governo, a toque de caixa.
A minha antipatia a esse capitão alçado a presidente, aumenta na mesma ordem em que aumenta a rejeição dos eleitores à sua administração.
Meu Deus! Será possível que merecemos um incompetente como esse Bozo, que passa as 24 horas do dia planejando ações para proteger a sua família, esquecendo que foi eleito como presidente de todos os brasileiros? Os 27% que ainda apoiam ele, é movido pelo veneno do ódio, do espírito ditatorial, do racismo, da misoginia e da ignorância.
Amigos e amigas, senti muita intranquilidade quanto ao nosso futuro político, econômico e social; as consequências negativas que se somam ao já alto nível de desemprego, empresas fechando as portas, cidadãos desesperados procurando a todo custo livrar-se da falta de recursos para sustentar a família, somados à insegurança sanitária e policial, causa-nos a pior das infelicidades.
A pandemia está causando a maior parte da nossa intranquilidade, estamos confinados em nossas casas (pelo menos a maior parte do tempo), longe dos familiares, amigos, ambientes alegres), muitos depressivos e sem perspectiva de solução a curto prazo, amigos e parentes morrendo à nossa volta, o PIB nacional se aproximando dos dois dígitos, a produção industrial caindo, o índice de emprego desabando, e o merda do presidente só se preocupa em implementar a ditadura e preservar a sua família, um bando de desequilibrados que desequilibram a nação.
WILTON OLIVEIRA
Odisseiasentimental.blogspot.com.br


segunda-feira, 18 de maio de 2020

Quem votou nele não vota mais


DIÁRIO DE UM CIDADÃO

Quem votou nele não vota mais


O mar, o barco e a vela - Logística DescomplicadaRecebi hoje um amigo que não via há mais de cinco anos. A mesma alegria, a mesma natureza positiva. Ao longo desses anos a vida preparou-lhe algumas armadilhas, mas continua com o astral alto, mesmo com as dificuldades dessa pandemia, que atingiu ele e seus dois filhos. Admiro pessoas assim, que não perdem o pensamento positivo, mesmo com as agruras da vida. Não sou de me queixar, mas tendo a me recolher nos pensamentos e orações,
A conversa já ia bastante animada quando não sei porque o nome Bolsonaro surgiu no meio, e ele revelou-se ter sido eleitor do presidente, mas imediatamente consertou: “votei e me arrependi! Aquilo é um louco!
Hoje José Simão escreveu uma muito engraçada sobre o presidente: Escândalo com Bolsonaro é como uma caixinha de lenço de papel, você puxa um e vem logo dez; muito acertado.
Aproveitando a deixa, peço licença para também copiar Ciro Gomes:
“Gente querida, onde já se viu discussão política sobre remédio? Usemos nossa inteligência! Quem sabe se remédio é próprio, se é perigoso, se cura, se ajuda ou atrapalha, são médicos e cientistas que estudaram pra isso! Político recomendar remédio é uma aberração inexplicável!”
Essa pra mim é o máximo. Jamais vi em toda a minha vida, vereador, prefeito, deputado, senador, governador ou mesmo presidente, abraçar uma bula de remédio com tanto ardor, ainda mais um remédio que não é unanimidade de eficácia em parte nenhuma do mundo. Chega a ser suspeito, tanto interesse por algo que sabemos gera tanto dinheiro. Será que algum laboratório quer bancar alguma campanha eleitoral?
Pois é amigos, é como diz o Estadão: “o Presidente perdeu a condição de governar”. E apoio isso, não querendo a saída agora do capitão. Não, não considero que o país esteja preparado para uma mudança do ocupante da cadeira maior do Palácio do Planalto, mas tamanha série de bobagens de contradições, de inconstitucionalidades, tem que parar em algum momento. Será que no governo não tem alguém com coragem, com bom senso, para aconselhar esse louco que adora ver o país preso em um mar de besteira? Lembram-se do FEBEAPÁ (Festival de Besteira que Assola o País?).
É onde nós estamos! Espero que não por muito tempo, porque nem o CORONAVIRUS resistirá a essa guerrilha.
WILTON OLIVEIRA



quarta-feira, 25 de março de 2020

Um alto preço pra se tirar o PT


DIÁRIO DE UM CIDADÃO

Um alto preço pra se tirar o PT
25/03/2020
Resultado de imagem para barco a velaHá cerca de quatro meses atrás, escrevi um blogue sobre motivação política, mais um que produzi provocado pelas inúmeras e inúteis manifestações do nosso capitão de bravata. Entendo agora ele ter ficado vinte e oito anos na câmara federal como um ilustre desconhecido: os colegas nunca deram plateia a ele, e ele não tinha assunto relevante a divulgar. Agora, como presidente, qualquer bobagem que cuspa, a repercussão é enorme pelo cargo que exerce; ele pode até escolher o seu próprio público, e a mídia que irá lhe dar suporte.
Não se passa um dia sem que esse presidente de plantão não divulgue alguma bobagem, não agrida alguém, o Congresso, o Supremo, toda a mídia, e agora todo o povo brasileiro e os seus parceiros comerciais como a China, que é o maior de todos.
A sua popularidade despenca a cada dia que passa. Um amigo meu que votou nesse cara me confidenciou: “que preço alto estou pagando pra ter tirado o PT do governo!”. E de fato é isso mesmo; o brasileiro está pagando um alto preço por ter eleito esse deputado do baixo clero, presidente do Brasil.
Preocupado pelas consequências políticas pra si próprio, que resultarão das medidas que o mundo todo está tomando contra esse novo vírus, ele ataca quem estiver na sua frente, governos de outros países, ministros, congresso, senado. Entrincheirado no Palácio junto com a sua ala ideológica, ele se municia com armas que vão lhe fornecendo, muitas vezes sem ao menos examinar o que assina, como foi o caso da MP de domingo passado que teve que voltar atrás quando começou a receber críticas de todos os lados.
Alguns pedidos de impeachment já se acumulam no Supremo. No impeachment de Dilma muito se falou que ela, além das pedaladas também estava sendo julgada pelo “conjunto da obra”. O conjunto da obra de Bolsonaro começa a exalar um mau cheiro. Apear do cargo nesse momento o presidente, não é bom para o Brasil nem para os brasileiros, mas está insuportável aguentar as asneiras diárias de um presidente que não sabe onde se encontra, e se mantem teimoso (chamou a covid-19 de “gripezinha”) frente à postura responsável do ministro da saúde.
Um preço alto estamos pagando!

WILTON OLIVEIRA

domingo, 22 de dezembro de 2019

UM VOTO DE BOAS FESTAS





DIÁRIO DE UM CIDADÃO



UM VOTO DE BOAS FESTAS

22/12/2019

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Seria maravilhoso se pudéssemos renascer, reviver, recomeçar do início, poder apreciar de novo todos os momentos maravilhosos que já vimos e sentimos, e refazer da forma correta os nossos atos reprováveis do passado, quando os mesmos aconteceram. Tudo isso é impossível para o ser humano. Quanto aos erros cometidos com pessoas, apenas podemos tentar remediar as suas consequências, que se projetam até o momento em que tomamos consciência dos mesmos, e decidimos nos redimir. Só isso! E o Natal é um período forte para esse ato, embora não o único.

Estamos falando primeiro das pessoas, porque estas são as que importam para a nossa convivência. São elas que unidas podem construir, reconstruir, tornar melhor a vida dos seus semelhantes, evitar a violência, melhorar a assistência médica e educacional, encher de esperança os jovens, assistir aos adultos e fazer sorrir as crianças.

Tornar melhor o ambiente familiar, pessoal, profissional e comunitário é o alvo que perseguimos desde quando percebemos que algo nos incomoda, nos agride, nos causa algum tipo de prejuízo, e quando vislumbramos as soluções, aí começam outros tipos de problemas, porque aquelas soluções, na maioria das vezes, não são aceitas pela totalidade dos que nos cercam, e quando isso acontece, temos que exercitar um outro tipo de qualidade, que é o da paciência e compreensão. É uma outra dimensão, que exige de nós reservas de sentimentos de paz, que na maioria das vezes não temos o suficiente.

É verdade, conviver é difícil, e foi por nos transmitir lições de como superar nossas deficiências, que Jesus Cristo é lembrado até hoje, por todos, em todo o mundo.

Que essa herança do Jesus cujo nascimento celebramos no Natal, jamais se perca em nós, que cada dia de nossas vidas nos lembremos que temos algo a edificar, a construir, a conquistar, a perdoar.

UMA EXCELENTE COMEMORAÇÃO DO NATAL PARA A MINHA FAMÍLIA, MEUS AMIGOS E UMA PROFUSÃO DE DESEJOS REALIZADOS PARA TODOS, PARA OS PRÓXIMOS ANOS!


WILTON OLIVEIRA





segunda-feira, 11 de novembro de 2019

UM GOVERNO DE SITUAÇÃO E OPOSIÇÃO


ODISSÉIA SENTIMENTAL

Resultado de imagem para barco a velaNão existe no Congresso Nacional nenhum oposicionista que mereça ser chamado como tal, pois até agora, o Presidente e seu clã têm assumido ambos os papeis de situação e oposição, este evidenciado pelas inúmeras demonstrações de absurdos verbais que fazem a alegria dos partidos oposicionistas, Não se passa uma semana sem que o Presidente ou um dos seus filhos, e em segundo plano, um dos seus ministros, criem um fato novo de repercussão nacional. E não venham me dizer que a culpa da divulgação é da imprensa, da Folha, da Rede Globo ou da Veja, pois se os escândalos provocados não fossem de aceitação do público em geral, esses veículos de comunicação não se dariam ao trabalho de divulga-los, pois a imprensa vive da venda de notícias.
A última absurda e deprimente manifestação desse clã que não existe para manter sadia a nossa democracia brasileira partiu, do filho deputado federal, que deixou escapar os desejos ditatoriais da família, clamando por um novo AI-5 para combater as oposições ao governo do pai, que vê seus seguidores reduzindo-se a cada dia, por não aprovarem tanta estupidez em tão pouco tempo. Todos os líderes de cada uma das Casas Legislativas, do STF, de todos os partidos políticos inclusive o do PSL, governadores, prefeitos (inclusive o de Salvador), manifestaram-se veementemente contra o atentado à democracia e até contra o seu mandato. Incrivelmente, o chefe do gabinete de segurança institucional, general da reserva Augusto Heleno Fragoso, até então tido como comedido, endossou o absurdo proferido.
Com a entrada de Lula no jogo político, talvez essa balança se equilibre, mas corremos o risco de vermos a radicalização se agravar, o que é péssimo para o Brasil, pois esse jogo de gato e rato termina se refletindo no Congresso Nacional, atrasando a aprovação de reformas cruciais para economia.
E falando em reformas, louve-se a iniciativa do governo que pretende fundir municípios de menos de 5.000 habitantes e menos de 10% de receita própria, o que pode resultar em uma redução de até 1.254 municípios. Imagine-se a economia resultante da redução de tantas estruturas administrativas, com seus cargos públicos, vereadores, veículos, etc. Imagino que sendo 2.020 um ano de eleições, tal proposta não vai vingar. Mesmo passadas as eleições, não acredito que tal reforma possa prosperar, pelo tamanho dos interesses políticos envolvidos. Mas é do jogo político, e somos todos nós que elegemos esses legisladores que no embate das casas legislativas esquecem do interesse público e só cuidam dos seus próprios interesses. Uma lástima!

WILTON OLIVEIRA
odisseiasentimental.blogspot,com.br

terça-feira, 8 de outubro de 2019

O BRASIL QUE ALMEJAMOS


ODISSEIA SENTIMENTAL

O BRASIL QUE ALMEJAMOS

Resultado de imagem para barco saveiroRecentemente o nosso querido Papa Francisco se referiu às ideologias como uma arma perigosa e divisionista. A nossa Santa Dulce dos Pobres construiu o que talvez seja a maior obra assistencial do Brasil, transitando de forma equidistante entre políticos e governantes das mais variadas matizes ideológicos, com foco no seu “Partido dos Pobres”, jamais se envolvendo em política partidária.
Cada um de nós brasileiros sempre haveremos de ter as nossas próprias preferências, mas jamais tentar impor, criticar ou ridicularizar as opiniões de quem quer que seja, estimulando um ambiente divisionista na política, entre amigos e até entre familiares. Pessoalmente confesso uma profunda antipatia em receber mensagens e vídeos políticos e, pelo fato de expressar esse meu sentimento já fui deletado de rede de amigos. Estou também me policiando para não fazer a mesma coisa. Mensagens políticas só humorísticas.
Que assuntos dominam as conversas dos brasileiros? Sabendo que temos 12 milhões de desempregados, ou um terço da classe C que ganha até R$1.100,00, e que junta com as classes C e D formam mais de 90% da população brasileira, ou mais de 186 milhões de pessoas, eu diria que com certeza a política não é o assunto predileto, e sim os seríssimos problemas de saúde, segurança, educação e renda para manter as famílias. Os restantes 21,3 milhões, ou 10,29% da população são os que provavelmente mais se interessam pela política; pessoas que ganham entre R$7.200,00 e R$11.000,00 ou mais.
Portanto, amigos e amigas, é bom tomarmos conhecimento dos assuntos importantes do país, principalmente aqueles que dizem respeito à nossa sobrevivência, bem como, como agiram os candidatos que elegemos, e só. Não interessa à população qual o partido de cada candidato, pois com 35 partidos registrados e 75 em formação, não existe no mundo tanta ideologia para contemplar cada uma dessas facções políticas, e aí chegamos ao ponto de que o que mais importa ao eleitor são as ideias do candidato sobre como ajudar a comunidade que quer representar, o seu caráter, a sua retidão, a sua história de vida. A sua ideologia é o que menos importa. Começo a me envergonhar de tanto radicalismo, e até mesmo tanto ódio; isso não pode fazer bem à sociedade. Extremismos nunca fizeram bem em lugar nenhum do mundo. Vejam o que aconteceu na Alemanha. Copio aqui o conceito de extremismo da Wikipédia: “O extremismo, em política, refere-se a doutrinas ou modelos de ação política que preconizam soluções extremas, radicais e revolucionárias, para os problemas sociais.
Frequentemente está associado ao dogmatismo, ao fanatismo e à tentativas de imposição de estilos e modos de vida, bem como à negação radical de valores vigentes. O extremismo, unido ao unilateralismo, resulta em total fechamento ao diálogo e à negociação.”
Procurem ver também o resultado das ações de grupos como o Al-Qaeda, o Boko Haram, o Hamas, o Estado Islâmico e tantos outros. Quantas mortes, prisões indevidas e mortes perpetraram.
Mais recentemente vemos a eleição de Trump incentivando o radicalismo com um discurso sexista, xenófobo e belicista, e aqui no Brasil com Bolsonaro com uma agenda de extrema direita, incentivando o uso da força e até a tortura (elogios às ações de 64)., cercando toda uma política moralista. Até na Europa vimos isso acontecer na eleição de Macron, com a direita representada por Marine Le Pen em crescimento significante.
Espero que essa onda odiosa não nos atinja de forma a impactar e nortear a maior parte das ações de governo. E aqui utilizo-me de uma expressão tradicionalmente associada a São Bento: “VADE RETRO SATANAS”.

WILTON OLIVEIRA
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terça-feira, 24 de setembro de 2019

Um presidente claudicante


ODISSEIA SENTIMENTAL  

24/09/2019
Resultado de imagem para barco a velaTenho alguns amigos que estudaram comigo nos Estados Unidos, com os quais comento algumas vezes a política dos dois países. Damos boas risadas, pois ambos os presidentes são extremamente deselegantes, nem um pouco estadistas. O Bolsonaro, por sua vez, apresenta defeitos adicionais, e está jogando a tradicional diplomacia brasileira no lixo, ao agredir dirigentes de países parceiros do Brasil, como o fez hoje ao discursar na ONU, onde também agrediu o cacique Raoni, chamando-o de peça de manobra de governos estrangeiros. Um absurdo para o cacique de 89 anos do povo caiapó, um líder indígena de influência internacional.
Bolsonaro não possui respeito sobre qualquer pessoa, instituição e até países, e quando se envolve em um diálogo e ouve algo que não lhe agrada, larga impropérios, comentários deselegantes e desrespeitosos, sem qualquer cerimônia, como se ainda estivesse em campanha política.
Posa de defensor da retidão e ajuda a esconder Queiroz que ajudou nas falcatruas do filho na Assembleia do Rio; permite um jantar de campanha do filho à embaixada dos Estados Unidos no valor de US$1.000,00, insinua a permissão de mineração em terras indígenas, faz chacota com a esposa do presidente da França e outras tantas declarações, todas indignas de serem proferidas por qualquer cidadão brasileiro, muito menos pelo presidente da república.
Não é à toa que o índice de reprovação de Bolsonaro vai de 33% a 38%. A reprovação vem subindo e a aprovação vem caindo sistematicamente, e esta queda é fruto, unicamente desse comportamento, que pode muito bem ser da sua natureza, mas que ele não tem o direito de deixar-se agir assim, expondo todo o país à chacota internacional. O jornalista Chico Alencar comentou sobre Bolsonaro: colocou 3 filhos na política, nomeou 102 parentes em cargos públicos, admitiu ter usado verba do auxílio-moradia para “comer gente”, passou 28 anos improdutivos como deputado federal.
Temos duas reformas a caminho, uma prestes a ser aprovada, a da previdência, e outra a tributária, também com grandes chances de aprovação, e juntas formando um argumento forte de atração ao investimento estrangeiro. Infelizmente, a insegurança causada pelo comportamento presidencial pode reduzir em muito esse capital tão necessário ao Brasil nesse momento de aperto financeiro e orçamentário.

WILTON OLIVEIRA
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